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sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Gibi da Tina com primeiro personagem gay


Quando ví essa materia quis colocar aqui...estou frustada...




A revista Tina, da editora Panini, surpreendeu quando sua 6ª edição trouxe, na história de capa, o primeiro personagem aparentemente gay das histórias de Mauricio de Sousa, criador da fantástica Turma da Mônica.

O melhor amigo de Tina, chamado Caio, confirma ter um “compromisso” com outro rapaz. Para defender o amigo, Tina discursa contra preconceito em geral.

De acordo com a assessoria de Maurício de Sousa, é a primeira vez que o assunto é abordado abertamente nas histórias. Na Turma da Mônica Jovem, no entanto, a personagem Denise utiliza várias gírias utilizadas – também – pelos gays. O próprio Maurício afirmou que Denise poderia ter um amigo gay e assimilado o vocabulário dele.

Tina é uma personagem que foi criada nos anos de 1960, inicialmente com um visual hippie, e agora é estudante de jornalismo e suas histórias são voltadas para um público mais adolescente.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Você fala gíria?


Na ultima aula que tive com os adolescentes, quase enfartei! Não conseguia conversar com a turma, me senti excluída dos assuntos. Só "rolava" "gíria". Disse a todos o quanto estava incomodada e que falaríamos disso assim que possível. Pesquisei na internet e encontrei um texto bem simples , mais que diz tudo, no blog da JCA e enviei e-mail para todos. Como os comentários foram muito bons resolvi compartilhar com vocês.


Créditos para: http://www.ufmbb.org.br/


O dicionário Aurélio apresenta algumas definições de gíria:
1) Linguagem de malfeitores, malandros, etc, com a qual procuram não ser entendidos pelas outras pessoas, isto é, gíria caracterizada pelo uso de termos baixos e grosseiro, também chamada de calão.
2) Linguagem peculiar àqueles que exercem a mesma profissão ou arte, também chamada jargão, gíria profissional.
3) Linguagem que, nascida num determinado grupo social, termina estendendo-se, por sua expressividade, à linguagem familiar de todas as camadas sociais.
De acordo com a Palavra de Deus, a primeira definição de gíria não combina com o cristão. Está escrito: “Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas ó a que seja boa para a necessária edificação, a fim de que ministre graça aos que a ouvem” (Ef 4.29). “Mas agora despojai-vos também de tudo isto: da ira, da cólera, da malícia, da maledicência, das palavras torpes da vossa boca” (Cl 3.8).
As outras duas definições não constituem um transtorno de linguagem. Quem nunca falou bacana, cara, brega, babado, balada e outras mais? O prejudicial da gíria está no uso contínuo desse tipo de linguagem, isto é, no abandono do vocabulário oficial. “Usada no momento certo, porém, a gíria é um elemento de linguagem que denota expressividade e revela grande criatividade, desde que, naturalmente, adequada à mensagem, ao meio e ao receptor. Ainda que criativa e expressiva, a gíria só é admitida na língua falada. A língua escrita não a tolera, a não ser na reprodução da fala de determinado meio ou época, com a visível intenção de documentar o fato, ou em casos especiais de comunicação entre amigos, familiares, namorados, etc., caracterizada pela linguagem informal.”
A gíria é usada, de preferência, na linguagem informal. Em ocasiões formais ela deve ser evitada.
O mais importante a ser observado é que, com ou sem gíria, a nossa linguagem deve ser “sã e irrepreensível, para que o adversário se confunda, não tendo nenhum mal que dizer de nós” (Tt 2.8).
Odes Sidene

segunda-feira, 23 de março de 2009

Nossa programação

24/03 - Terça feira - Campanha do Kilo - Para Santo Amaro / Local: Sede - Apartir de 19:30 hs - DEPIN
28/03 - Sabado - Evangelismo Infantil - Santo Amaro - 15:00 hs - DEPIN
28/03 - Sabado - Festival de Cachorro Quente - Arno 31 - Apartir de 19:30 hs - SIÃO
28/03 - Sabado - Culto Geral do ATOS - Arno 33 - Aprtir de 19:30 hs - ATOS
29/03 - Domingo - Encerramento do Trimestre da EBD e Comemoração dos aniversariantes do Trimestre. - GILEADE


Estou preparando um Bazar na minha casa para ajudar o DEPIN. Serão somente 30 peças e apenas 20 ingressos. Reserva seu dinheirinho e se quiser participar reserve aqui seu ingresso.

Vamos juntos trabalhar



Fique atento e não deixe de participar.

sábado, 7 de fevereiro de 2009

ESCOLA DOMINICAL

Amanhã na EBD teremos uma lição com tema ansiedade. Ansiosa de carterinha, estou na internet pesquisando algum material para levar. Alem da Bíblia, minha fonte tambem é a internet. Um dos site que mais uso é http://www.escoladominical.net/, lá tem tudo. É uma bênção.


Lição 06 - Salmos falam de ansiedade Texto Bíblico: Salmos 42.1-11; 88.1-18

EMO, E-EMA... cada um com seu problema!

EMO, E-EMA... cada um com seu problema!

Andando por aí a gente encontra muita gente estranha. Na minha adolescência eu tinha medo de passar na praça depois de certa hora da noite, pois os punks estavam por ali e botavam banca de cruéis e punham muita gente pra correr. Eram uma mistura de roqueiros, com figuras medievais. E naquele tempo em que ninguém falava em piercing, alguns deles já tinham alfinetes enfiados na barriga, no nariz e outras partes. Carregavam correntes com bolas de aço na ponta e usavam braceletes cheios de rebites, adornados com roupas totalmente rasgadas e de preferência pretas.
Eu já ouvia dizer que nos anos sessenta tinha surgido a moda hippie, e as pessoas pregavam a liberdade, sexo, drogas e rock`n roll.
O que dizer das patricinhas dos anos 80? Também apareceram como uma influente moda jovem, e fazer pose de riquinho era o que dava Ibope. A “burguesada”, como eram chamados, se divertia.
Outro grupo nesta mesma época clamava por uma sociedade alternativa, onde se podia tomar banho de chapéu ou esperar papai Noel. Era um grupo que cantava a plenos pulmões: “Faça o que tu queres pois é tudo da lei”!
Eu cresci, e nunca mais vi um punk na minha frente. Mas ultimamente tenho visto e ouvido falar de uma nova tribo, a qual está invadindo as escolas, as ruas da cidade, e as igrejas. Parece uma nova versão dos punks que eu conhecia. Eles curtem um tipo de rock hardcore, com letras melosas que fazem chorar. Usam franjas grandes, pintam os olhos de preto e fazem questão de expor sua sensibilidade, o que muitas vezes, os leva às lágrimas por qualquer motivo. São chamados de “emos”, uma abreviação da palavra em inglês emotional.
Os adolescentes dos anos 60 reclamavam do autoritarismo dos pais e da repressão à liberdade de expressão. Os jovens do século XXI reclamam da violência e do preconceito. A liberdade que não existia naquele tempo e que era requerida, hoje passou dos limites, fazendo com que doenças sexualmente transmissíveis se proliferem pelo mundo inteiro numa fração de segundo.
Diante de tudo isso, um refrão bem conhecido dos nossos adolescentes, bem poderia ser parafraseado assim: “Emo, e-ma, cada um com seus problemas!
O fato é que todas as gerações tiveram seus problemas emocionais, familiares, sociais, e cada uma manifestava seu protesto da sua maneira. Mas tal comportamento era usado para “camuflar” o verdadeiro problema: o vazio espiritual. Era como se fosse uma fuga da realidade de que havia uma insatisfação dentro de suas almas. O vazio ainda existe, por isso, tribos e mais tribos haverão de surgir, porque o ser humano sente uma imensa necessidade de fazer algo ou seguir alguma ideologia para extravasar o seu “modo de ser”.
Entretanto, a paz interior que eles buscam nos modismos, nas crenças, nos gostos musicais, nos ídolos e nas manias, só pode ser encontrada num só lugar: Em Cristo Jesus. Ele é a nossa paz. Devemos viver para Ele. Isso me faz lembrar dos dizeres do apóstolo Paulo: Para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro (Fp 1:21) , e: ... vivo não mas eu, mas Cristo vivo em mim, e esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gl 2:20). Eis a única maneira de viver que realmente vale a pena.